Skip to content
cropped-Capa-Youtube-02.png

Primary Menu
  • PODCAST
  • NOTÍCIAS
  • SESSÃO INDIE
  • SESSÃO LOCADORA
  • ANÁLISE DE GAMES
  • QUEM SOMOS
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
  • Home
  • Notícias
  • Trinta anos depois: os jogos que definiram o PlayStation 1 quando tudo ainda era incerto

Trinta anos depois: os jogos que definiram o PlayStation 1 quando tudo ainda era incerto

Davi Facioli 21 de janeiro de 2026 5 minutes read

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Clique para compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram

Em 1995, jogar videogame ainda era, para muita gente, coisa de criança. O PlayStation surgiu justamente para desafiar essa ideia — e não foi de forma sutil. CDs pretos, propagandas estranhas, jogos mais agressivos, personagens menos “fofos” e uma clara vontade de falar com um público que já frequentava locadora, lia revista especializada e discutia jogo no intervalo da escola.

Não havia garantia de sucesso. O 3D ainda tropeçava, loadings eram uma realidade incômoda e ninguém sabia direito o que funcionaria fora do arcade. Os jogos desta lista nasceram nesse cenário: experimental, bagunçado, empolgante e cheio de erros. Trinta anos depois, eles não sobrevivem porque eram perfeitos — mas porque ajudaram a ensinar como videogame seria dali em diante.

Mortal Kombat Trilogy

Trilogy é o Mortal Kombat semE: “Recheado, Excessivo, Mal balanceado e, ainda assim, irresistível”. A Midway simplesmente jogou tudo dentro do liquidificador e apertou o botão. Personagens demais, golpes demais, segredos demais. Tecnicamente, ele nunca foi um primor. Mas emocionalmente? Era tudo o que um jogador dos anos 90 queria. No PS1, ajudou a fixar a imagem do console como a casa dos jogos “proibidos”, violentos e sem pedir desculpa aos pais.

Street Fighter Alpha

Alpha 2 foi o “respiro” da Capcom. Não era Street Fighter II de novo, nem ainda o polêmico SFIII. Era estilo, técnica e velocidade. No PlayStation, a conversão tinha concessões, claro, mas entregava o essencial: jogabilidade precisa, elenco forte e um ritmo que recompensava quem queria aprender. Foi o jogo que manteve Street Fighter vivo numa década onde ele quase perdeu o trono.

2Xtreme

2Xtreme é praticamente um documento histórico. Ele encapsula tudo que os anos 90 achavam “radical”: câmera exagerada, trilha sonora agressiva, personagens com atitude. Jogar hoje é quase desconfortável, mas na época parecia moderno, rápido e diferente. Não virou clássico, mas cumpriu um papel importante: mostrou que o PlayStation podia dialogar com a cultura jovem além dos gêneros tradicionais.

Tekken 2

Aqui não tem discussão: Tekken 2 é onde a série virou referência. Não só pela técnica, mas pelo carisma. Cada personagem tinha identidade, trilha própria e estilo reconhecível. O jogo era acessível para quem só queria apertar botão, mas profundo o suficiente para quem queria dominar. Foi um divisor de águas que colocou o PlayStation à frente da concorrência nos jogos de luta 3D.

The King of Fighters ’95

KOF ’95 no PS1 não impressionava tecnicamente — e ninguém fingia que impressionava. Mas ele carregava algo mais importante: prestígio. Era o jogo “difícil”, o jogo “sério”. A SNK consolidava seu estilo e criava uma comunidade fiel. O famoso cartucho de loading no Japão virou símbolo das limitações da época, mas também da ambição do projeto.

Need for Speed: High Stakes

Antes de querer ser simulador, Need for Speed queria ser divertido. High Stakes introduziu risco real: perder o carro. Era simples, mas genial. Cada corrida tinha peso. Visualmente marcante e sonoramente agressivo, representa o auge da franquia enquanto ela ainda sabia exatamente o que queria ser.

Mega Man 8

Mega Man 8 não tentou ser 3D — e ainda bem. A Capcom apostou em sprites gigantes, animações desenhadas à mão e uma das pixel arts mais bonitas da geração. O problema nunca foi visual, mas sim algumas escolhas de design que quebravam o ritmo clássico da série.

Resident Evil

Resident Evil é tosco, travado, cheio de atuações duvidosas — e absolutamente revolucionário. O medo vinha da limitação: câmera fixa, pouca munição, silêncio. Ele não te segurava pela mão. Criou o survival horror praticamente do zero e provou que videogame podia assustar sem precisar ser rápido.

Crash Bandicoot

Crash foi pensado para ser mascote — e isso podia ter dado errado. Mas deu certo porque o jogo tinha identidade própria. Fases lineares, desafio elevado e um controle preciso. Ele não copiava Mario, nem tentava ser Sonic. Era PlayStation do começo ao fim.

Twisted Metal 2

Twisted Metal 2 não queria equilíbrio, queria caos. Personagens grotescos, humor ácido e arenas abertas criaram uma experiência perfeita para multiplayer local. Era feio, barulhento e extremamente divertido — exatamente o tipo de jogo que definia as madrugadas de PS1.

PaRappa the Rapper

PaRappa é o tipo de jogo que só nasce quando ninguém está seguindo fórmula. Visual estranho, gameplay baseada em ritmo e uma trilha impossível de esquecer. Ele não explicava muito, só pedia que você “sentisse”. Foi pioneiro sem parecer que estava tentando ser.

Tomb Raider

Tomb Raider é técnico, solitário e, às vezes, cruel com o jogador. Mas criou algo novo: exploração em 3D com identidade. Lara Croft virou símbolo cultural, mas o jogo se sustentava pelo design, puzzles e sensação constante de isolamento. Não envelheceu perfeitamente, mas mudou tudo.

Trinta anos depois

Esses jogos não representam um “tempo melhor”. Representam um tempo corajoso. Um período em que errar fazia parte do processo e em que o PlayStation se construiu jogo a jogo, risco a risco.

About the Author

Davi Facioli

Editor

View All Posts

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Relacionado

Post navigation

Previous: Abathor (2024) – Retrô, nostálgico e punitivo.
Next: He-Man retorna em live-action e revela primeiro teaser

Relacionado

Post para Instagram (1080 x 1350 px) (6)

Do Cartucho à TV: The Super Mario Bros. Super Show! (1989) | Quando Mario saiu do cartucho, entrou na TV… e fez isso do jeito mais caótico possível

Mauro Junior 8 de fevereiro de 2026
Post para Instagram (1080 x 1350 px) (9)

PS Plus Essential de fevereiro de 2026 já está disponível com boxe, exploração e combates aéreos

Mauro Junior 3 de fevereiro de 2026
Post para Instagram (1080 x 1350 px) (8)

Nintendo Switch supera o DS e se torna o console mais vendido da história da Nintendo

Mauro Junior 3 de fevereiro de 2026

Passa de Fase Cast

Apple PodcastsSpotifyAndroidBlubrryTuneInDeezerRSSMore Subscribe Options
Copyright © Passa de Fase All rights reserved. | MoreNews by AF themes.
%d