Skip to content
cropped-Capa-Youtube-02.png

Primary Menu
  • PODCAST
  • NOTÍCIAS
  • SESSÃO INDIE
  • SESSÃO LOCADORA
  • ANÁLISE DE GAMES
  • QUEM SOMOS
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
Youtube
  • Home
  • Artigos
  • Retro Review #01 – Sonic the Hedgehog 2
  • ANÁLISE DE GAMES
  • Artigos
  • Retrô Games
  • Retro Games
  • Sessão Locadora

Retro Review #01 – Sonic the Hedgehog 2

Sonic the Hedgehog 2 não é só um clássico: é o ponto máximo do Mega Drive. Game design afiado, level design inteligente, trilha sonora icônica e mecânicas que redefiniram o gênero. Velocidade com controle, exploração com propósito e rejogabilidade absurda. Um jogo que ainda hoje dá aula de plataforma 2D.
Rafael Iwao 9 de janeiro de 2026 5 minutes read

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Clique para compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads
  • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram

Para começarmos as resenhas com os dois pés no peito, vamos falar dele: o jogo supremo do Megão. E se você ouviu o cast 317 – Top 5 Mega Drive, já sabe, esse é o top 1, tanto meu quanto do Mauro, quando o assunto é o console da SEGA. Poucos jogos representam tão bem a era 16 bits quanto Sonic the Hedgehog 2. Lançado em 1992, ele não apenas consolidou o mascote azul como ícone definitivo da SEGA, como também se tornou um dos maiores clássicos da história dos videogames.

Logo ao iniciar, somos recebidos pelo lendário “SEEEGAAA”, seguido por Sonic correndo sobre a tela em um show puro de carisma. Era disruptivo, empolgante e deixava claro desde o primeiro segundo: este jogo não veio para repetir fórmulas, mas para superá-las.

Narrativamente, o jogo segue os eventos do primeiro título. Dr. Robotnik retorna com um plano ainda mais megalomaníaco: capturar animais para transformá-los em robôs e construir a Death Egg, uma estação espacial com poder destrutivo colossal (Alô, Star Wars?). Cabe a Sonic, agora acompanhado por Miles “Tails” Prower, impedir o vilão, coletar as Chaos Emeralds e salvar o mundo mais uma vez. É simples, direto e eficiente: correr, destruir máquinas, salvar o dia e, se possível, humilhar Robotnik na base da velocidade.

A sequência trouxe novidades fundamentais. A principal delas é Tails, a carismática raposinha de duas caudas que voa e que, dependendo da sua habilidade (ou falta dela), pode ser tanto um aliado quanto o maior sabotador na corrida pelas Chaos Emeralds. Outra adição essencial é o spin dash, movimento que permite carregar velocidade ao se agachar e pular. Tecnicamente, essa mecânica redefine o ritmo do jogo, dando ao jogador controle total sobre aceleração e fluxo, tornando a jogabilidade mais fluida e agressiva.

Do ponto de vista técnico, o game design de Sonic 2 é impecável. O jogo sincroniza velocidade, fluidez e controle de forma raríssima, mesmo para padrões atuais. Nada parece solto ou mal calculado: a física, os saltos, os slopes e a aceleração trabalham em conjunto para criar uma sensação constante de domínio ou punição justa, quando você erra.

O level design é outro ponto altíssimo. As fases são construídas de forma inteligente para acomodar dois perfis de jogador: quem quer apenas passar rápido, surfando na velocidade, e quem prefere explorar caminhos alternativos, coletar itens e dominar o mapa. Isso cria um fator de rejogabilidade fortíssimo. Para conhecer as fases de verdade, é preciso jogar e rejogar. Prova disso é que, até hoje, ainda não sei como alcançar algumas vidas escondidas em zonas mais avançadas.

O modo versus adiciona um tempero extra, com corridas competitivas em algumas zonas, perfeito para disputas locais e pequenas tretas amistosas no sofá.

Visualmente, a evolução em relação ao primeiro jogo é gritante. Mais cores, mais detalhes e mais movimento. São 11 zonas, em sua maioria divididas em dois atos, com exceções marcantes como Metropolis Zone (3 atos), Sky Chase Zone e Wing Fortress Zone (1 ato cada), além da decisiva Death Egg Zone. Sky Chase, em especial, quebra o ritmo de forma criativa, colocando o jogador nos céus a bordo do avião pilotado por Tails, e aqui, entra outro acerto: a liberdade de escolher personagem e jogar solo ou acompanhado muda bastante a dinâmica da experiência.

A trilha sonora mantém o altíssimo padrão da franquia. Todas as faixas são marcantes, mas Mystic Cave Zone é o destaque absoluto para esse humilde ser que vos fala, uma música tão icônica que facilmente poderia ser um ringtone eterno. O bônus stage também merece menção especial: corredores pseudo-3D onde o objetivo é coletar anéis suficientes para conquistar as 7 Chaos Emeralds. Na minha jogatina, quando perdi e Terceira, apenas não entrei mais na fase bonus. Sim, vacilei, e ainda por cima não usei save state. o que prova que o desafio continua afiado mesmo décadas depois.

Os chefes são progressivos e, embora menos cruéis que alguns do primeiro jogo, ainda exigem leitura e ritmo. O confronto contra Mecha Sonic antes da batalha final é o ápice da aventura. Para incentivar o replay, o jogo oferece finais diferentes dependendo do personagem escolhido e da quantidade de emeralds coletadas.

Hoje, Sonic the Hedgehog 2 pode ser jogado em diversas plataformas graças às coletâneas e bundles lançados pela SEGA ao longo dos anos. Esta review foi baseada na versão da Steam, no Sega Genesis Classics, com tempo total de conclusão de 1h05min.

Conclusão:
Sonic the Hedgehog 2 é o ápice do Mega Drive. Um jogo tecnicamente brilhante, com game design e level design que ainda hoje servem de referência. Rápido, carismático, profundo e absurdamente rejogável, ele representa o momento em que a SEGA acertou tudo.

Nota: 11/10
Tempo de gameplay: 1h05min
Indicado para: qualquer pessoa que queira entender o que é excelência em plataforma 2D e por que Sonic 2 permanece insuperável.

About the Author

Rafael Iwao

Administrator

Game designer, programador e pixel artist. Fundador da Ilustra Mundo Games, com Condenado: Sem Saída em desenvolvimento. Nerd desde sempre: HQs, mangás, games e RPG de mesa. Fanático por Star Wars, entusiasta de cubo mágico, apaixonado por Sonic e defensor do Miranha como melhor herói. Aqui no Passa de Fase, analiso jogos com visão técnica e coração nostálgico.

View All Posts

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Relacionado

Post navigation

Previous: Estúdio de Phasmophobia anuncia selo próprio de publicação para jogos indies
Next: O futuro do Passa de Fase e os games que podem marcar 2026

Relacionado

2
  • Passa o VHS
  • Retrô Games
  • Retro Games
  • Sessão Locadora

Do Cartucho à TV: Pac-Man (1982) — quando o labirinto ganhou sofá, família e horário fixo

Mauro Junior 18 de janeiro de 2026
Golden Axe 1 BR Cor-260105-175827
  • ANÁLISE DE GAMES
  • Retro Games
  • Retrô Games
  • Sessão Locadora

Retro Review #02 – Golden Axe

Rafael Iwao 16 de janeiro de 2026
Post para Instagram (1080 x 1350 px)_20260114_130852_0000
  • Notícias
  • Retrô Games
  • Retro Games

Mini PCs retrô apostam em nostalgia com poder de PC gamer

Mauro Junior 14 de janeiro de 2026

Passa de Fase Cast

Apple PodcastsSpotifyAndroidBlubrryTuneInDeezerRSSMore Subscribe Options
Copyright © Passa de Fase All rights reserved. | MoreNews by AF themes.
%d