Fala, pessoal! Bão demais?
Sejam muito bem-vindos ao Retro Review, uma coluna que eu e o Mauro bolamos pra dar aquele brilho retrô neste querido site. A ideia é simples e deliciosa: revisitar jogos clássicos, rejogá-los com calma(ou não), e depois trazer resenhas com duas visões — a do desenvolvedor que analisa mecânicas, decisões e bugs… e a do jogador nostálgico que só queria voltar no tempo e jogar sem culpa.
Mas calma lá. Antes de apertar Start, quem sou eu?
Meu nome é Rafael, mas pode me chamar de Fael. Sou game designer, programador e pixel artist. Sou fundador da Ilustra Mundo Games, estúdio que atualmente desenvolve Condenado: Sem Saída, e agora também sou integrante fixo aqui do Passa de Fase.

Nerd desde sempre. Cresci entre HQs, mangás, videogames, RPG de mesa e rabiscos que viraram desenhos. E, pra evitar perguntas clássicas:
- meu herói favorito é o Miranha,
- no RPG eu jogo de Draconato,
- o jogo da minha vida é Sonic,
- e hoje meu console principal é o Xbox.
Voltando ao Retro Review: a proposta inicial é um texto por semana, sempre falando de um jogo específico, como ele se sustenta hoje em dia e, claro, uma nota final. Mas relaxa — a nota é mais uma brincadeira organizada do que um veredito absoluto. Um parâmetro pra gente discutir, discordar e trocar ideia. Se quiserem, depois explico direitinho como funciona esse sistema de notas.
Então é isso: se prepara que toda sexta-feira tem Retro Review novo aqui no Passa de Fase. E, de vez em quando, pode pintar também uma review de jogo indie ou algo fora do rótulo “retrô”.
e Se prepare, que Semana que vem já iniciamos com os dois pés no peito com a Review de Sonic 2. o Clássico!
Agora ajusta o controle, e bora pra pro retro review, seu novo companheiro semanal aqui no Passa de Fase.
