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“Hadouken!” e frases de efeito: o exagerado desenho animado de Street Fighter

Mauro Junior 11 de julho de 2025 2 minutes read

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Com o sucesso de Street Fighter II nos fliperamas e consoles no início dos anos 90, era apenas questão de tempo até que a Capcom levasse seus lutadores para outras mídias. Depois de um filme live-action em 1994 (com Jean-Claude Van Damme), o próximo passo foi natural: uma série animada americana. Assim surgiu Street Fighter: The Animated Series, lançada em 1995 e produzida pela Graz Entertainment em parceria com a Capcom USA.

Transmitida originalmente pela emissora USA Network, a série teve 2 temporadas com 26 episódios e tomou várias liberdades criativas. A proposta era transformar o elenco do jogo em uma espécie de equipe militar internacional de elite, liderada por Guile e composta por Chun-Li, Blanka, Ryu, Ken, Cammy e outros personagens — todos sob a bandeira de uma agência chamada “Street Fighter”.

Juntos, eles enfrentavam o vilão M. Bison (aqui chamado apenas de “Bison”) e sua organização criminosa Shadaloo, em missões que lembravam produções como G.I. Joe ou Comandos em Ação. A série apostava em ação explosiva, veículos tecnológicos e vilões cartunescos, misturando espionagem, invasões globais e combates contra monstros e mutações (incluindo um Blanka com poderes elétricos exagerados).

Apesar da animação limitada e dos roteiros por vezes absurdos, a série cumpria seu papel: manter o nome Street Fighter em alta com o público mais jovem, especialmente no mercado americano. Ryu e Ken eram retratados como amigos aventureiros, Sagat virava quase um mercenário, e até personagens como Dhalsim, T. Hawk e E. Honda apareciam em versões distorcidas — mas reconhecíveis.

Curiosamente, a série serviu como ponto de entrada para muitos fãs brasileiros que ainda não conheciam todos os personagens dos games. No Brasil, foi exibida em canais como Record e Globo, geralmente nas manhãs ou tardes, com dublagem nacional. Seu visual chamativo e tom “heroico” agradavam crianças, ainda que não fosse exatamente fiel ao espírito dos jogos.

Hoje, Street Fighter: The Animated Series é lembrada com carinho e certo humor: uma adaptação exagerada e tipicamente anos 90, que transformou lutadores de torneios globais em agentes especiais de desenho animado — com direito a bordões como “It’s not over yet, Bison!” e explosões a cada 5 minutos.

About the Author

Mauro Junior

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Criador de conteúdo e gamer desde a época das locadoras. Fundador do Passa de Fase, falando de games retrô, indies e tudo que marcou gerações. Meu jogo da vida é Chrono Trigger e Celeste. Cresci entre cartuchos, revistas e controles gastos. Aqui no Passa de Fase, falo de videogame com opinião, memória afetiva e paixão de quem viveu cada fase.

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