A Epic Games está novamente no centro de uma polêmica judicial envolvendo Fortnite. Desta vez, a empresa enfrenta um processo em São Francisco, nos Estados Unidos, sob acusação de práticas enganosas ao criar uma “ilusão de escassez” com itens digitais na loja do jogo.
O que diz a acusação?
O processo foi movido por dois pais que alegam que a Epic utiliza estratégias manipulativas para incentivar jogadores a gastarem dinheiro em Fortnite.
🔹 Itens raros, como o Renegade Raider, estiveram disponíveis por tempo limitado e nunca mais voltaram à loja há mais de seis anos.
🔹 Outros cosméticos desaparecem temporariamente, mas reaparecem semanas depois, contrariando a ideia de exclusividade.
🔹 A empresa estaria praticando promoções falsas, exibindo contagens regressivas enganosas para estimular compras por impulso.
Os advogados dos pais argumentam que essa estratégia de marketing configura um “esquema ilegal”, pois cria uma falsa urgência para os jogadores gastarem dinheiro rapidamente.
Epic Games responde às acusações
A Epic Games nega qualquer irregularidade e afirma que o processo contém erros factuais, destacando que:
✔️ A contagem regressiva foi removida da loja de Fortnite.
✔️ Há proteções para compras acidentais, permitindo cancelamento imediato.
✔️ Contas de jogadores menores de 13 anos não podem fazer compras sem autorização dos pais.
Além desse caso nos EUA, a Epic já enfrenta um processo semelhante nos Países Baixos, sob acusações de usar estratégias de escassez artificial para aumentar suas vendas.
A empresa ainda não revelou se buscará um acordo judicial ou se defenderá suas práticas no tribunal.
