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A Evolução dos Jogos de Terror nos Videogames e Seu Impacto na Cultura Pop

Mauro Junior 29 de julho de 2025 3 minutes read

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Por Pedrita Severiano


Se você já teve que pausar um jogo porque o coração estava na garganta, bem-vindo ao clube! O gênero horror evoluiu muito desde os tempos pixelados até os ambientes hiperrealistas e imersivos dos dias de hoje — e, sinceramente? A cultura pop nunca mais foi a mesma.

Lá nos primórdios, quando o medo ainda vinha com gráficos limitados, Alone in the Dark (1992) já mostrava que dava pra gelar a espinha mesmo com poligonais travadas e ângulos de câmera fixos. Era como jogar um filme B de terror com atmosfera digna de Lovecraft. Não à toa, é considerado o avô do survival horror.

Mas foi em 1996 que o bicho pegou de verdade: Resident Evil chegou chutando portas (às vezes literalmente) e redefiniu tudo. Zumbis, puzzles, jumpscares programados e aquele clima de filmes trash dos anos 90. A mansão Spencer virou um símbolo e, de quebra, ajudou a Capcom a construir um império que dura até hoje.

Terror com dinossauros? Sim, por favor!

E aí, em 1999, enquanto os fãs de zumbis ainda estavam lambendo os dedos com Resident Evil 2, a Capcom pensou: “E se misturarmos o DNA do RE com Jurassic Park?”. Nascia Dino Crisis. Regina, nossa heroína de cabelos vermelhos, enfrentava criaturas pré-históricas com direito a muito sangue e sustos de fazer o controle voar da mão. Era um terror mais agressivo, mais rápido — e marcou uma geração que aprendeu a temer corredores estreitos e o som de garras arranhando metal.

Psicológico, sombrio e cinematográfico: a nova cara do medo.

Com o tempo, o terror começou a deixar de lado o “BOO!” e abraçou o psicológico. Alan Wake (2010), por exemplo, chegou com uma vibe Twin Peaks + Stephen King, jogando o player num pesadelo feito de sombras e palavras. Um escritor em crise, uma cidade misteriosa, e uma lanterna como arma principal? Isso é arte, meus amigos. E foi aí que o gênero começou a flertar com a narrativa cinematográfica de verdade.

A Cultura Pop e o Reflexo no Espelho Quebrado
A influência dos jogos de terror transbordou da tela para outras mídias: filmes, séries, quadrinhos e até moda. Resident Evil virou franquia de cinema, Silent Hill levou o horror psicológico pras telonas com uma trilha sonora de arrepiar, e personagens como Regina, Jill Valentine e Alan Wake entraram de vez no hall da fama geek.
Até o formato de streaming mudou. Jogos como Outlast e Five Nights at Freddy’s dominaram o YouTube e a Twitch, transformando sustos em entretenimento coletivo — e memes. Afinal, quem nunca riu vendo alguém quase cair da cadeira fugindo de um animatrônico assassino?

Conclusão: medo nunca sai de moda (e a gente ama isso)

O terror nos videogames não só evoluiu tecnicamente — com gráficos de última geração, trilhas sonoras imersivas e roteiros de peso — como também ajudou a moldar o gosto da cultura pop por experiências intensas, bizarras e inesquecíveis.
Hoje, o horror é múltiplo: pode vir de um vírus zumbi, de um dinossauro fora do tempo ou de uma mente perturbada em busca da própria sanidade. E cada jogo novo é como acender a lanterna num corredor escuro — você nunca sabe o que vai encontrar… mas vai, porque gamer que é gamer não corre do susto.

About the Author

Mauro Junior

Administrator

Criador de conteúdo e gamer desde a época das locadoras. Fundador do Passa de Fase, falando de games retrô, indies e tudo que marcou gerações. Meu jogo da vida é Chrono Trigger e Celeste. Cresci entre cartuchos, revistas e controles gastos. Aqui no Passa de Fase, falo de videogame com opinião, memória afetiva e paixão de quem viveu cada fase.

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