Mesmo sem anúncio oficial, o PlayStation 6 já começa a ganhar contornos mais claros em vazamentos recentes. Um documento antigo da AMD, divulgado pelo canal Moore’s Law is Dead, indica que o novo console deve manter retrocompatibilidade com jogos de PS4 e PS5.
Segundo a apresentação, a arquitetura RDNA5 foi trabalhada para garantir que títulos das gerações anteriores rodem de forma consistente no novo hardware. Ainda assim, isso não significa compatibilidade perfeita em todos os casos. O histórico do PlayStation 5 mostra que alguns jogos do PlayStation 4 ainda apresentam limitações específicas.
O documento também aponta que o PS6 deve investir em upscaling com inteligência artificial, além de contar com um modo de baixo consumo energético voltado para reprodução de mídia. A ideia é manter o console como uma central completa de entretenimento, ampliando um caminho já seguido pelas gerações anteriores.
Um dos pontos de maior atenção está no desempenho de jogos com Ray Tracing, especialmente títulos do PS5. A AMD estaria focada em garantir que esses jogos rodem de forma adequada, mesmo em um ambiente de retrocompatibilidade, o que pode representar um desafio técnico relevante.
Por outro lado, o material não confirma se o console será capaz de melhorar automaticamente o desempenho de jogos antigos, algo que historicamente depende de atualizações específicas por parte dos desenvolvedores.
Além do console principal, o vazamento também menciona planos para uma possível versão portátil do PS6, que utilizaria a mesma base tecnológica RDNA5. Segundo as informações, esse modelo teria uma APU com custo reduzido, cerca de metade do hardware principal.
Outra possibilidade levantada é o desenvolvimento de um dispositivo semelhante a um “PlayStation TV 2”, que utilizaria o hardware da versão portátil, mas com foco em uso direto na televisão.
Por enquanto, todas as informações devem ser tratadas como não oficiais. Ainda assim, o vazamento indica que a Sony pode seguir apostando em continuidade de biblioteca e integração entre dispositivos como pilares da próxima geração.
